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O convívio de pessoas nas vias públicas é também regido pelas Relações Humanas.
Todos participam do trânsito desde o ventre materno até a morte.
Tipos de condutores:
Há nas vias públicas diversos tipos de motoristas: o domingueiro e o recém-habilitado, o super-experiente, sem um único acidente. Existe ainda uma infinidade de tipos de personalidade de usuário da via: o apressadinho, o agressivo, o indiferente, o zombador, o nervoso e etc.
Violência no Trânsito:
A violência no trânsito aumentou na mesma proporção que a potência e a velocidade dos veículos.
Onde entrou o veículo, o pedestre foi expulso (os veículos tomam conta de todos os espaços urbanos).
Os pedestres também se julgam donos, proprietários dos espaços de uso comum, sem conhecer seus direitos e os sinais de trânsito (os quais lhes asseguram a vida).
O fator Humano dos Acidentes:
O acidente de trânsito é conseqüência de um comportamento inadequado do usuário, produto de algum processo psicológico, emocional e físico que não funciona em condições.
Solidariedade Humana no Trânsito:
Várias atitudes podem demonstrar solidariedade humana no trânsito:
- Perdoar as falhas (seres humanos são passíveis de erro)
- Avisar quando se percebem luzes ou faróis acesos.
- Ceder a vez (dar a preferência).
- Facilitar a ultrapassagem.
- Ensinar o caminho.
- Socorrer em caso de defeito ou acidentes.
- É importante lembrar que a solidariedade humana não deve ser aplicada somente no trânsito, mas em todas as situações da vida.
É o relacionamento entre condutores, pedestres, autoridades e a comunidades em um modo geral, onde todos se integram com a mesma finalidade, é o modo de se conduzir diante das pessoas, respeitando seus gostos, liberdade, condições e limitações.
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